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6 de maio de 2013

Things that I want:


  • A dog;
  • A lover;
  • Travel to a place where I don't know anybody;
  • Stop having high expectations;
  • New clothes.


25 de abril de 2013

Low Serotonin

Oi, Blog.

Quantos milhões de tempos que não venho aqui, né?

Adoro pensar que a sua única leitora sou eu mesma, ou melhor, uma Nicole de um futuro quase próximo.
Adoro ver que ao longo desses meus posts eu falei tanto em como mudei com o tempo, com as minhas amizades, amores, recaídas, enfim, em mudanças mudanças mudanças, mas que em quase todo post eu comentava como era triste e sozinha.
Ou seja, eu até posso ter mudado, mas essa solidão sempre esteve ali, as vezes escondidinha bem no fundo, as vezes na superfície, mas sempre presente.

E hoje, pleno 2013, eu me deparo com ela mais intensa do que nunca. Digo intensa porque nunca tinha chegado a um ato tão extremo antes. E hoje fazem 5 dias que tudo aconteceu.
Eu até explicaria tudo em detalhes, mas não quero ficar lembrando.
Só queria desabafar.

"We accept the love we think we deserve."

Essa frase me define completamente.
Sou tão insegura que acho que as pessoas tem que me amar na mesma "intensidade" e da mesma forma que eu amo elas, e na maioria das vezes não é assim. Obvio que não é assim. Obvio que existem pessoas que você ama mais do que elas te amam, e vice-versa. E cada um tem um jeito de demonstrar o seu próprio amor. Afinal essas coisas não tem que entender né, elas simplesmente são assim e você não tem como mudar isso.

Enfim.
Minha mãe quer me colocar num psicólogo agora, mas eu sei que não vou conseguir me abrir com ele.
Eu nunca consegui me abrir completamente com ninguém. Nem com minhas melhores amigas, nem com meu atual melhor amigo. E o pior de tudo é que eu meio que já sei o por que de eu estar assim. De essa tristeza estar tão grande que eu não aguento mais nada. Sei e ao mesmo tempo não sei, na verdade.

Eu sou muito confusa, porra.


Queria muito que existisse uma versão minha com Ph.D. em psiquiatria ou psicologia pra que eu me abrisse e ela me dissesse o que eu tenho de errado.
Desconfio muito que o que eu tenho é carência de atenção, só. Ou não. As vezes acho que sou depressiva de verdade, daquele tipo que tem que tomar remédio e tudo mais. Queria experimentar tomar essas coisas pra ver se ia adiantar alguma coisa.

Eu sempre me identifiquei muito com o Charlie de Perks of Being a Wallflower (o melhor livro/filme do mundo) e com a Susanna de Girl, Interrupted (um dos meus filmes preferidos). (Quem conhece ambos deve estar pensando: nossa guria, vai se tratar). Na verdade tem milhões de personagens com quem eu me identifico, mas esses são os que eu mais tenho lembrado ultimamente.



Tomara que ninguém esteja lendo isso, com certeza acabaria com o dia de qualquer um. Então, se caso você tenha caído aqui sem querer, minhas sinceras desculpas.

As vezes eu me acho muito egoísta por tudo isso. Por sempre ter quase tudo que eu quero, ser saudável, ter uma família que me ama, amigos, estar numa faculdade, fazendo um curso que eu gosto, e ainda me sentir triste o tempo todo, fingindo sorrisos por todos os lados.
Acho que vai ser bom eu começar a ir no psicólogo mesmo.

Bom, acho que por hoje é só.
Sinto que voltarei mais vezes agora, tinha esquecido de como escrever me faz bem e tira um peso enorme das minhas costas.

30 de setembro de 2011

Clementine, Tristeza e M.Mumford

Queria mudanças. Consegui. Muitas, por sinal. Mas e agora? Por que estou sentindo um vazio dentro de mim? Será que tem a ver com as coisas que aconteceram de uns tempos pra cá?

Estou confusa.

Como diria Clementine, "I'm just a fucked-up girl who's looking for my own peace of mind", e é exatamente isso, that's what i'm trying to tell everyone, mas parece que ninguém me compreende. Acho que a culpa é kind of mine, porque eu simplesmente não consigo falar/dizer/demonstrar o que realmente estou sentindo. É como se eu me sentisse 'segura' on my own sadness. Não entendo porque as pessoas se assustam tanto com a tristeza. Todo mundo é triste, na maior parte do tempo. É quase impossível ser feliz 24 horas por dia. A diferença é que a maioria das pessoas não quer aceitar que 'não está feliz', e então força a felicidade. My point is that tristeza é normal, não que you're supposed to be sad all the time. Sim, claro que eu acredito que existem pessoas que são, de fato, felizes a maior parte do tempo, but those are like, really lucky, i think. As pessoas têm que entender que tristeza é tão importante quanto a felicidade, cause without sadness, no one could ever know happiness.

Enfim, acho que tudo isso é papo de uma garota with a broken heart and sem ninguém para desabafar.

E olha, Marcus Mumford, eu realmente queria saber quando "there will come a time, you'll see, with no more tears, and love will not break your heart, but dismiss your fears. Get over your hill and see what you find there, with grace in your heart and flowers in your hair."

20 de janeiro de 2011

Random # disse...

Interessante como parei por aqui, olhando detalhes da vida de alguém que eu nem ao menos conheço pessoalmente. Todos tem seu momento de solidão, talvez não por tristeza, e sim por culpa ‘daquele’ sentimento de como você não pertencesse esse mundo. Nada importa, nada alegra, nada deixa lágrimas nos olhos... Simplesmente viver.

Em busca do que? De como? De quando?
Tudo é tão... vazio.

8 de maio de 2010

Sabe aquela sensação de que nada mais importa? Não sei dizer se é um vazio dentro de mim ou se eu estou no vazio exercido pelas pessoas... Nunca tinha me sentido assim antes, é tão estranho; parece que mesmo eu estando no meio de mil pessoas, mesmo eu tendo conhecimento de que sou amada, me sinto só; essa solidão é horrível, não consigo fazê-la ir embora, ela sempre volta, apesar de sempre acreditar que consegui. Além da solidão, a indiferença está super presente na minha vida; tanto quanto dos outros comigo, como comigo com tudo; sei lá, eu nunca fui tão desleixada, nunca dei tão pouca importância às coisas - aos meus estudos, minhas amizades, minha família, minha religião - como ultimamente. Parece que agora eu preciso do dobro de respostas que eu queria antes! Não consigo aguentar tantas mudanças de uma só vez; o peso nas minhas costas está pesando cada vez mais e eu estou sucumbindo ao cansaço extremo. Sinto como se todos estivessem me assistindo e ninguém parasse para me ajudar. Tudo está uma incógnita na minha vida, e eu sei que ficar sentada aqui escrevendo e ouvindo Yann Tiersen, não vai levar a lugar nenhum (ou vai), mas não é minha culpa se me sentar, escrever e ouvir Yann Tiersen, fazem minhas idéias se assimilarem melhor!