I don't care what they say about me
It's all right, It's all right
I don't care what they think about me
It's all right, they'll get it one day
Cause I love You, I'll follow You
You are my, my life
I will read my Bible and pray
I will follow You all day
I don't care what it costs anymore
Cos' You gave it all and I'm following You
I don't care what it takes anymore
No matter what happens I'm going Your way
23 de novembro de 2010
31 de outubro de 2010
Após aqueles dias
Após aqueles dias em que esteve ausente de seu esconderijo, voltou a se expor ao mundo e a seus riscos, com novas vontades e anseios, porém, com um diferente coração, revigorado de alegria e fé. Tudo parecia mais claro, como se um véu fosse tirado de seus olhos; pôde distinguir o errado do certo, o importante do sem valor, como se tudo já estivesse planejado e Ele estivesse fazendo acontecer. Ela percebeu que nunca o deixara, somente estava fria; e após aqueles dias, se sentiu amada, acolhida, feliz... bem.
23 de outubro de 2010
"Foda-se, eu vou fazer do meu jeito...
...E as pessoas que me amam entenderão porque eu faço as coisas assim, porque elas me amam. Foda-se."
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Christopher Miles (Skins)
Jal: I’ve been thinking about what Chris would have wanted to say today. The advice he’d give me. Wich would be something like, “you know what, babe, fuck it. The guys know all about me. Tell them about someone different”. So I thought I’d say something about a hero of Chris’s. A man called Captain Joe Kittinger. In 1960, climbing into a foil ballon, Camptain Joe ascended 32 kilometres into the stratosphere. And then, armed only with a parachute, he jumped out. He fell for four minutes and 36 seconds, reaching 714mph, before opening his parachute five kilometres above the Earth. It had never been done before and has never done since. He did it just because he could… and that’s why Chris loved him. Because the thing about was, he said yes. He said yes to everything. He loved everyone. He was the bravest boy…man I knew. And that was…He slung himself out of a foil balloon every day. Because he could. Because he was. And that’s why…and that’s why…we…we loved him.
19 de outubro de 2010
chuva
Chovia faziam três dias. Sem parar. A água já alcançava seus joelhos. Mas ela continuava ali, imóvel, lendo seu livro. Não podia chover para sempre, não é? Uma hora ou outra ia passar. Mais um dia de chuva e agora ela precisava ficar de pé para respirar, o livro tinha virado um borrão de tinta e papel molhado, sumiu pela casa inundada. Ela podia tentar sair da casa e ir para um lugar mais seguro, mas isso era bobeira, logo a chuva parava! Mais um dia de chuva e ela tinha sido obrigada a subir no telhado. Estava no único metro quadrado que não havia sido tomado pela água. Finalmente, a água tomou tudo e ela foi obrigada a nadar. Batendo os pés a favor da correnteza, esperando chegar a algum lugar enquanto a chuva continuava a cair em seus olhos, um pensamento lhe ocorreu "Como eu deixei as coisas chegarem nesse ponto? Por que eu deixei as coisas chegarem nesse ponto!?". Ela se sentia boba e irresponsável com sua própria vida, como se não se importesse o suficiente consigo mesma. "De verdade, o que eu estava pensando? Não faz o menor sentido agora." Cada vez mais o cansaço tomava conta de seu corpo, os músculos contraíam ardidos, os pulmões pareciam frouxos. Ela procurava algum galho, alguma coisa (qualquer coisa!) para se agarrar e descansar um pouco pelo menos, mas não havia nada, nem ninguém em volta que pudesse ajudá-la. Não havia saída. Ela estava tão cansada que deixar-se afogar não lhe parecia uma idéia tão absurda. "Eu não queria desistir de mim mesma assim tão facilmente." Respirou profundamente para tomar o fôlego e engoliu água. Tossiu. "Já fiz isso uma vez e me coloquei nessa situação." Ela não conseguia pensar. Não conseguia sentir. Tudo ficou escuro.
(Aniella)
(Aniella)
indiferença
Por que tu fumas? Por amor. Amor ao que? Acorda pra vida, isso tá te matando aos poucos. Por ti, meu bem. Te amo tanto que não quero viver um segundo a mais além de ti. Não suportaria. Sua ausência me traz mais males que o fumo. Larga de besteira, claro que pode, sempre viveu, tua vida inteira! Estas enganada. Tu sempre esteve presente. Desde meu primeiro sonho. Só custei a te achar.
15 de outubro de 2010
- Tá sentindo alguma coisa, filha?
(Sim, mãe. Tudo! dor, tristeza, chateação, coração apertado, saudade…)
- Não, mãe. Tô cansada e com um pouco de dor de cabeça, só.
- Não, mãe. Tô cansada e com um pouco de dor de cabeça, só.
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